Empresa Brasileira Paga para Compartilhar YouTube Videos

Empresa Brasileira Paga para Compartilhar YouTube Videos

Esta postagem foi atualizada em 30 de julho de 2020

 

 

O consumo de vídeos em smartphones e tablets é cada vez mais expressivo e acaba influenciando diversos pontos do comportamento de consumo atual – tanto de bens, quanto de informações.

Os usuários clamam cada vez mais por conteúdo de qualidade, que seja relevante para sua vida, profissão ou momento de compra, e não investir em vídeos online pode representar um grande prejuízo para as empresas e marcas.

Ainda não se convenceu da importância de usar vídeos online em sua estratégia? Pois então, vamos lhe provar com algumas estatísticas sobre vídeos online.

Segundo experts da área, em 2015 os vídeos online já correspondem a 57% do tráfego de internet das pessoas, sendo o equivalente a quase 4x o tráfego de buscas e email juntos. Em 2017, esse número tende a aumentar para 67%.

Além do mais, o botão play está se tornando “o Call-to-Action de mais apelo na web”. O simples uso da palavra “vídeo” em um assunto de email, faz sua taxa de abertura aumentar em aproximadamente 19% e a de cliques em 65%, dependendo do contexto.

 

Empresa Brasileira Paga para Compartilhar YouTube Videos

De olho nesse mercado, a startup brasileira HubVius promete ganhos reais para os usuários que compartilharem os vídeos em blogs ou redes sociais. O objetivo da jovem empresa é ampliar o alcance dos vídeos e atingir um novo público que hoje está fora do YouTube. Os vídeos serão publicados em uma rede de blogs parceiros e redes sociais. Por exemplo, se o assunto do vídeo é sobre receitas saudáveis, uma página do Facebook de conteúdo relacionado e um blog de culinária podem postar o vídeo para seus seguidores e leitores.

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De acordo com Rômulo Costa, fundador da startup, o modelo de negócios beneficia as duas partes. Os produtores de vídeo aumentam o número de acessos ao conteúdo e podem conquistar novos inscritos. No outro lado, os blogs e influenciadores digitais utilizam de recursos multimídia para agregar valor na matéria além de ficar com uma porcentagem do lucro gerado, o que antes não era possível.

“Há muita dificuldade para conseguir as primeiras visualizações do vídeo, mesmo que você tenha um conteúdo bom que é essencial para se destacar no meio de tantos outros. Quem mais sofre são os YouTubers que estão começando. A prática de parceria com blogs já é conhecia, mas muitas vezes não é bem-sucedida por falta de experiência, por não encontrar o nicho certo, não conseguir comunicação com os responsáveis e até mesmo por não oferecer algo relevante em troca. Nós queremos facilitar essa negociação de forma profissional e justa para os dois lados.”, afirma Costa.

O pagamento da rede de parceiros vem da publicidade contida nos vídeos e controlada pelo Google, dona do YouTube. Então, quanto maior visibilidade a recomendação atingir, maiores os ganhos. “Criamos essa medida para proteger também o YouTuber, pois ele só investe se realmente lucrar com isso”, explica Costa. A startup fica com uma comissão da transação.

As funcionalidades não estão disponíveis ao público. A startup está em fase de busca de sites, blogs e influenciadores parceiros. As funções serão liberadas primeiro aos blogs, influenciadores e pessoas com forte engajamento em qualquer rede social, como administradores de página do Facebook. No entanto, a empresa também planeja abrir as funções para todos os usuários que desejam lucrar com o compartilhamento e os interessados podem se cadastrar desde agora no site da empresa.

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Estatisticas-Vídeo-Marketing

 

 

Ben Popov

Growth Hacker, Crypto Investor e Estrategista de Marketing Digital com mais de 18 anos de experiência. Fundador da AulaPlus - Marketing na Era Digital e BlasterPhone Telecomunicações. Ben é "importado" da Bulgária e mora no Brasil desde 2000.

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